Hiperplasia Prostática Benigna · UroLift
Tratamento minimamente invasivo para Hiperplasia Prostática Benigna, aprovado pela ANVISA e pelo FDA, realizado pelo Dr. Flávio Iizuka.
• Recupere o controle da sua saúde urinária com um procedimento de poucos minutos • Recupere o controle da sua saúde urinária com um procedimento de poucos minutos • Recupere o controle da sua saúde urinária com um procedimento de poucos minutos • Recupere o controle da sua saúde urinária com um procedimento de poucos minutos • Recupere o controle da sua saúde urinária com um procedimento de poucos minutos
Atendimento particular • Não trabalhamos com convênios
Atendimento particular
Não trabalhamos com convênios
Em um minuto
Uma explicação curta e direta sobre o que acontece dentro da próstata e como os implantes liberam o canal urinário.
São implantes permanentes que afastam os lobos da próstata e desobstruem a uretra — sem corte, sem aquecimento e sem remoção de tecido prostático.
O procedimento é realizado em regime ambulatorial ou em hospital-dia. Na maioria dos casos, não há necessidade de sonda e o paciente recebe alta no mesmo dia.
Benefícios
01
Sem cortes e sem remoção de tecido prostático.
02
Nos estudos clínicos, não houve novos casos sustentados de disfunção erétil ou ejaculatória.
03
Alta no mesmo dia, geralmente sem sonda, com retorno rápido à rotina.
04
Melhora dos sintomas urinários documentada em seguimento de até 5 anos em estudos publicados.
Resultados individuais podem variar. A indicação depende de avaliação médica.
A HPB é o crescimento benigno da próstata, comum a partir dos 50 anos. Ao aumentar de volume, a glândula comprime a uretra e dificulta a passagem da urina.
Os sinais mais frequentes são noctúria (acordar à noite para urinar), jato urinário fraco, urgência, gotejamento e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.
É uma condição benigna — não é câncer —, mas que costuma progredir e comprometer o sono, a rotina e a qualidade de vida quando não avaliada.
Indicação
01
Homens com sintomas urinários decorrentes de HPB
02
Próstata de volume até cerca de 100 cm³, a critério de avaliação
03
Quem deseja preservar a ejaculação e a função sexual
04
Quem quer sair do uso contínuo de medicação
05
Quem prefere evitar cirurgia com corte e internação prolongada
06
Quem usa anticoagulantes, com avaliação individualizada
07
Noctúria, jato fraco, urgência e gotejamento pós-miccional
A confirmação da indicação é sempre feita em consulta, com exames.
Evidência
de seguimento clínico publicado sobre alívio dos sintomas
tecnologia com registro e aprovação regulatória
cirurgias urológicas realizadas pelo Dr. Flávio Iizuka
de experiência clínica e acadêmica em urologia
O Médico
Urologista · CRM 75.674/SP · RQE 32.918
Mais de 30 anos de experiência profissional, com atenção à saúde integral do homem e da mulher e prática orientada por evidência.
Medicina pela USP (1992), especialização em Cirurgia Geral e Urologia no Hospital das Clínicas da FMUSP (1998) e fellow de Urologia na Mayo Clinic de Jacksonville (EUA).
Mais de 20 mil cirurgias em urologia geral, uropediatria, endourologia, uroginecologia, uro-oncologia e cirurgia robótica.
Chefe da Urologia do Hospital São Luiz Itaim, Rede D’Or.
Professor de Inteligência Artificial em Gestão de Saúde no Hospital Israelita Albert Einstein.
Membro professor da Subdiretoria de Tecnologia em Saúde da SBU.
Um dos primeiros urologistas do Brasil a incorporar o UroLift à prática clínica após a liberação regulatória no país.
A Clínica
Mais de 30 anos de atuação e mais de 20 mil cirurgias realizadas
Atendimento particular, personalizado e sem intermediação de convênios
Acolhimento individualizado, com privacidade e respeito à diversidade
Consulta presencial ou remota, por telemedicina
Atendimento quadrilíngue: português, inglês, espanhol e japonês
Duas unidades: Itaim Bibi (São Paulo) e São José dos Campos
Manobrista no local e acessibilidade
Atuação acadêmica ativa: Einstein, FMUSP e SBU
Perguntas frequentes
O UroLift é um tratamento minimamente invasivo para os sintomas urinários causados pela Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). Por via endoscópica, pequenos implantes permanentes são posicionados para afastar os lobos da próstata aumentada, desobstruindo a passagem da urina pela uretra. Não há corte, aquecimento nem remoção de tecido prostático.
Sim. O sistema UroLift é aprovado pelo FDA (Estados Unidos) desde 2013 e possui registro na ANVISA para uso no Brasil, onde passou a ser realizado recentemente. O procedimento também está contemplado nas diretrizes da Associação Americana de Urologia (AUA) para tratamento da HPB.
Com o paciente confortável (sedação, anestesia local ou geral, definida caso a caso), um aplicador é introduzido pela uretra sob visão endoscópica. Em geral, são posicionados de 4 a 6 implantes, que mantêm os lobos prostáticos afastados. O procedimento costuma durar menos de uma hora e é realizado em regime ambulatorial ou de hospital-dia.
Na maioria dos casos, não. A alta costuma ocorrer no mesmo dia e, diferentemente de outras técnicas, geralmente não é necessário o uso de sonda vesical após o procedimento. Situações individuais podem exigir conduta diferente, sempre definida pelo médico.
Nos estudos clínicos publicados, incluindo o estudo pivotal L.I.F.T., não foram registrados novos casos sustentados de disfunção erétil ou de disfunção ejaculatória após o UroLift — um diferencial importante em relação a outras opções cirúrgicas e até a alguns medicamentos. Vale registrar que o UroLift não se destina a tratar disfunções sexuais preexistentes.
O objetivo do tratamento é aliviar a obstrução e, com isso, reduzir ou eliminar a necessidade de medicação contínua para HPB. Essa decisão, porém, é sempre individualizada e tomada pelo médico após reavaliação dos sintomas no acompanhamento pós-procedimento.
Em geral, homens com sintomas urinários de HPB e próstata com volume de até cerca de 100 cm³. Casos com lobo mediano obstrutivo também podem ser tratados, conforme a anatomia. A confirmação da indicação depende de consulta e exames (avaliação dos sintomas pelo escore IPSS, exame físico, ultrassonografia e exames de urina, entre outros).
Sim. O UroLift não é indicado, por exemplo, para próstatas com volume acima de 100 cm³, na vigência de infecção urinária, ou em pacientes com alergia conhecida a níquel, titânio ou aço inoxidável (materiais dos implantes). Outras condições são avaliadas individualmente em consulta.
A recuperação costuma ser rápida, com retorno precoce às atividades cotidianas. Nos primeiros dias, podem ocorrer sintomas leves e transitórios, como ardência ao urinar, presença de sangue na urina, urgência miccional ou desconforto pélvico, que tendem a desaparecer em duas a quatro semanas. A melhora dos sintomas urinários costuma ser percebida já nas primeiras semanas.
Os implantes são projetados para serem permanentes e são feitos de materiais de uso cirúrgico consolidado (nitinol, aço inoxidável e fio de sutura). São condicionalmente compatíveis com ressonância magnética, dentro de parâmetros técnicos definidos pelo fabricante — basta informar a equipe do exame sobre a presença dos implantes. Eles também não interferem no exame de toque retal nem no acompanhamento do PSA.
Não. Caso seja necessário, o paciente tratado com UroLift permanece elegível a outros tratamentos para HPB no futuro. Essa preservação de alternativas é uma das características valorizadas nas diretrizes internacionais.
São técnicas com mecanismos diferentes: o UroLift usa implantes para afastar os lobos prostáticos sem remover tecido; o Rezum utiliza vapor d’água para reduzir o volume da próstata; e a RTU (raspagem) remove tecido por via endoscópica. Cada uma tem indicações, vantagens e limitações próprias, que dependem do volume prostático, da anatomia, dos sintomas e das prioridades do paciente. A escolha da técnica é feita em conjunto, na consulta, após avaliação completa.
O atendimento na Clínica Iizuka é exclusivamente particular. As condições do tratamento são apresentadas de forma transparente após a consulta de avaliação, quando é possível confirmar a indicação e planejar o procedimento com segurança. Emitimos a documentação necessária caso o paciente deseje solicitar reembolso ao seu plano de saúde, conforme as regras do próprio plano.
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